O caso escabroso que noticiamos aqui ganhou um novo capítulo. A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, após dar tiro no peito à queima-roupa em mulher, chocando seu próprio colega, foi promovida em São Paulo.
A jovem passou de aluna, algo semelhante ao estágio, a soldado, quinze dias depois de matar com um tiro no peito à curtíssima distância Thawanna Salmázio, de 31 anos, na Zona Leste de São Paulo. A efetivação foi exposta no Diário Oficial desta sexta-feira, 17 de abril, e a informação foi coletada pelo g1.
A soldado está longe das ruas enquanto a poeira não baixa e é investigada pela Corregedoria da Polícia Militar e pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
PM ganha aumento
A Secretaria da Segurança Pública negou uma promoção, apenas uma equiparação de salário. “A Polícia Militar esclarece que não houve qualquer promoção da policial citada, que permanece afastada de suas funções. A recente publicação reflete apenas o cumprimento da Lei nº 18.442, de 2 de abril de 2026. A nova legislação extinguiu a antiga divisão entre Soldados de 1ª e 2ª Classe, unificando a graduação sob a nomenclatura única de ‘Soldado PM’“, disse a corporação sobre a promoção.
Sendo assim, o ajuste salarial de R$ 480 trataria unicamente da equiparação remuneratória automática garantida pela lei a todos os policiais que ocupavam a extinta 2ª Classe. A corporação reforçou também que não existe a figura de ‘estagiário’ na instituição; após a fase de Aluno-Soldado, o policial passa diretamente a atuar como Soldado.









