O presidente da Câmara Municipal de João Monlevade, Fernando Linhares (Podemos), esteve em Belo Horizonte na tarde desta quarta-feira (8), acompanhado do ex-prefeito de Sabará, Wander Borges, para uma reunião com o líder da bancada mineira no Congresso Nacional, deputado federal Igor Timo (PSD). Também participaram do encontro Clésio Gonçalves, presidente do Movimento Pró-Vidas da BR-381 e o ex-deputado estadual e atual assessor do Igor Timo, Luiz Henrique.
A agenda teve como principal objetivo solicitar ao deputado Igor Timo a intermediação de uma reunião com o ministro dos Transportes, Renan Filho, para tratar especificamente do andamento da duplicação da BR-381, nos lotes 8A e 8B, que compreendem o trecho entre Caeté e Belo Horizonte.
Durante o encontro, Fernando Linhares reforçou a urgência da pauta e destacou a necessidade de o Governo Federal apresentar uma perspectiva concreta e um calendário para o início das obras. “Estamos falando de segurança, de salvar vidas e de garantir melhores condições de mobilidade e desenvolvimento. Precisamos de respostas concretas e de um calendário definido para que essa obra finalmente inicie”.
Por sua vez, o deputado Igor Timo se comprometeu a entrar em contato com o ministro Renan Filho para viabilizar, o mais breve possível, a agenda solicitada, a fim de que o Ministério dos Transportes possa apresentar informações sobre o cronograma e os próximos passos para a duplicação da rodovia.
A duplicação desse trecho é considerada uma das principais demandas da região, tanto pela questão da segurança viária quanto pelo impacto direto no desenvolvimento econômico local.
A mobilização em torno da obra vem sendo construída ao longo dos últimos meses. Em outubro, lideranças regionais se reuniram na Câmara Municipal de João Monlevade para discutir a “Campanha dos R$ 650 milhões”, promovida pelo Movimento Pró-Vidas da BR-381. O encontro teve como principal objetivo apresentar a proposta ao coordenador da bancada mineira no Congresso, deputado Igor Timo, e alinhar estratégias para sensibilizar o governo federal quanto à liberação dos recursos.








